Introdução

Portugal atravessa um período de grave crise económica, que trouxe graves repercussões financeiras e sociais para as pessoas e famílias. A recessão e o flagelo do desemprego aumentaram criticamente o grau de endividamento dos portugueses, que têm cada vez mais dificuldades de pagar as suas dívidas.  Muitas famílias não conseguem cumprir as obrigações contraídas (empréstimo da casa, empréstimo do carro, etc.) e o endividamento das mesmas aumentou exponencialmente.

Pressionados pelos credores para regularizar as suas dívidas, muitas pessoas optam por contrair novos empréstimos com o objetivo de liquidar os outros empréstimos préviamente contraídos. Tal situação gera um ciclo vicioso, que leva a pessoa a “afundar-se mais no poço”. Noutros casos, a situação de endividamento é de tal forma grave que vai arrastando-se, colocando a pessoa numa posição inevitável de incumprimento total perante os seus credores.

Nos casos mais críticos de endividamento, a Insolvência pessoal assume-se como o único caminho a seguir. Para encarar esta situação e fazer o pedido de insolvência pessoal, a ajuda profissional de um advogado é necessária.

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